O Projeto em Cabeceira Grande

hufan Africa, De Joanesburgo A Bilibiza, Moçambique, Moçambique 2015, Não categorizado, Viagens Leave a Comment

Antes de começar a relacionar o que aconteceu em Cabeceira Grande, eu gostaria de comentar um pouco sobre o que esta viagem em África deixo-na experiência em documentários.
Para mim, esta foi a primeira viagem que levou o equipamento do tipo eletrônico,. En quanto Hudie, também esta foi a primeira vez que estava carregando objetos e equipe de valor. Antes de iniciar este projeto, sempre tente viajar o mais ligeiro possível, pensando que entre menos coisas levarei comigo, menos teria que me preocupar, isso certamente é uma realidade.
Mas agora decidimos compartilhar nossas experiências com todos vocês, e nesse sentido, tentamos documentar tudo que e possível. No entanto, como nos nunca fizemos isso antes, essa viagem para Moçambique tem sido uma grande lição para nós.

 

Uma das principais preocupações foi que devemos sempre manter o equipamento escondido para não chamar a atenção das pessoas. Por este motivo, na maioria das vezes leve a câmera escondida em um portfólio com um abertura especial para o lente. Eu leve a camera entre meu braço e meu corBad viewpo, filmando sim certeça. O resultado é que a maioria dos vídeos saiu com muito movimento, e há mesmo um capítulo da jornada onde a gravação foi inutilizável, porque a umidade da costa a lente nebulizo a lente, impedindo a visibilidade. Tudo isso ocorreu por minha pouca liberdade para verificar o que estava filmando; um fato que me entristece um pouco, porque a realidade do projeto que visitamos em Cabeceira Grande, foi um dos mais chocantes que esta viagem nos deixou.

No el livro “Mozambican Mysteries”, lemos sobre um projeto que no ano de 2007, parecia o sonho do líder Donha Lisa. Como ela diz em seu livro, Cabeceira Grande, foi o único lugar no mundo onde achava-se tinha chegado ao seu destino final, depois de ter viajado para muitos lugares do planeta. Parecia que ela conseguiu melhorar a dieta da população local através da introdução de legumes e cultivos diferentes e ao mesmo tempo deu le reputação a esta pequena aldeia, através da abertura de um Colegio, aparentemente bom no desenvolvimento do turismo, e onde as pessoas poderiam ser treinado para trabalhar em hotéis e pousadas.

Então volta mos para onde nós terminou o post anterior:
Nós alcançamos a costa de Cabeceira Grande em Dawalking through mangroves in Cabaceira grandeou e ainda tivemos que andar 500 metros, atravessando a água que deixa a maré baixa, para chegar através da floresta de manguezal ate a costa. Depois de 10 minutos a pé ao longo do manguezal, encontramos um extenso prado com apenas algumas casas de barro aqui e ali e dois grandes edifícios coloniais à distância. Um deles deve ser ao Colegio.

 

Um dos rapazes que estava viajando com a gente no Daou, começa a conversa. Nos  apresentamos e dixemos a ele que visitaremos Dona Lisa. Diz-nos que a dona já não mora lá, mas em outra aldeia chamway through Cabaceira Grandeada Mussoril, que é de duas horas de distância a pé.  Também nós informa  que o Colégio há mais de um ano que não funciona.
E é verdade… Assim que chegamos no Colégio… é óbvio que ninguém tem cuidado por muito tempo. Nosso novo amigo não pode dizer-nos muitos sobre o que acontencio, mas nos dá uma informação vaga sobre uns japonêses que vieram e ofereceram um preço para a escola e Dona Lisa decidiu vendêr-lo. Este é o sonho inspirador, que lemos em “Mozambique Mysteries”?

A população aqui não parece nada melhor  e não vemos mais cultivos que de milho e mandioca. Nada tem todo isto que ver com a grande revolução agrícola da que se fala no livro. Muitos pontos de interrogação na minha cabeça. A única coisa que podemos fazer é continuar caminhando e chegar a Mussoril antes de que escurece, e esperam para se encontrar com a Dona Lisa  para perguntar a ela sobre o que esta acontecendo aqui.

 

 

 

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