A Fortaleza de São Sebastião na ilha de Moçambique

hudie Africa, De Joanesburgo A Bilibiza, Moçambique, Moçambique 2015, Não categorizado, Viagens Leave a Comment

Ontem à noite dormimos eno quintal da casa porque dentro facia muito calor. Acordamos e tomamos o pequeno-almoço com Lucas e fomos com um amigo, para visitar a famosa Fortaleza de São Sebastião.
O rapaz nos leva pelas ruas coloridas e ensolaradas, caminhamos 15 minutos para chegar ao extremo leste da ilha. Aí vemos a grande fortaleza. Um monumento que sobreviveu a mais de 500 anos de história. De acordo com nós, Ilha de Moçambique era a capital portuguesa da do pais desde desde o século XVI até 1898, quando a capital foi transferida para Maputo. Era um centro de comércio de produtos materiais como humanos.
Entramos o forte e  encontramos  que o site esta em lento restauro pela UNESCO. Paramos em um modelo de arquitetura em ruínas então o rapaz pode explicar brevemente o percurso que nos aguarda. Os espaços são grandes, a erva é cortada, as paredes são feitas de blocos de pedra e corais esculpidos. As paredes são tão altas como um prédio de 4 andares.
Nós vamos passear e nos conta um pouco da história, começando-se de que a construção do lugar foi feita para defender a ilha e antiga capital do país de invasores, ladrões e inimigos. Confirma que os escravos eram responsáveis da difícil  transferência  das pedras para a construção e que morreu muitos devido a falta de alimentos, falta de fornecimento de líquidos ou por não descansar o suficiente. Nós andamos um pouco e olhamos o lugar onde os escravos dormiam, alguns barracos superlotados quase sem ventilação, muito diferentes dos soldados que ao mesmo tempo eram rústico mas um pouco mais confortável. Fora do do edifício, elo rapaz nos mostra uma vala profunda, cerca de 6 metros de diâmetro por 10 de profundidade. Este cavado na terra foi onde alguns escravos eram trancados para dar lhes castigo. Ali ficavam 6 meses sem ver o sol.
Seguimos a rota, subindo escadas e observando os depósitos de armas ou os quartos do descanso dos antigos guardas em serviço, os controles com vista ao mar, os canhões prontos para atacar. Chegando no teto vemos a restauração e faze parte de uma intrincada rede de drenagem que recolhe a água em três grandes tanques que foram construídos para compensar a falta de água doce na ilha. É uma construção incrível. Nós andamos um pouco mais e chegamos ao tanque que mantém a água que depositou as chuvas e servindo os habitantes da ilha.
Já para culminar, leva ao local do tiroteio, onde o escravo era levado em caso de cometer um erro. Lá fora no chão ainda encontra-se uma pedra redonda de um 190 quilos aproximadamente. Se o escravo era capaz de segurar em suas mãos isso por um tempo, poderia ser que o patrão perdoara lhe  a vida. Mas, si no foi capaz, o escravo foi baleado sem piedade.
O tour termina fora do forte, em uma praza adjacente onde olha se alegre uma estátua de cor verde  do Professor Luis Camões, que ensinou as primeiras letras para os habitantes locais e estrangeiros e que satisfeito olha em direção ao mar.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *