Cruzando a Fronteira da África do Sul a Moçambique

In Africa, África do Sul, De Joanesburgo A Bilibiza, Moçambique, Moçambique 2015, Não categorizado, Viagens by hudieLeave a Comment

Depois de uma viagem de 9 horas de noite, chegamos na fronteira da África do Sul com Moçambique. Em frente de nós temos uma longa fila de carros particulares com famílias ou comerciantes de mercadorias, caminhões de carga e ônibus cheios de passageiros prontos para registrar e cruzar.
O motorista pede-nos todos para ir para os escritórios de migração para fazer os respectivos processos. Desembarcamos e juntamos uma fila de pessoas, enquanto aguardamos que o escritório começa a trabalhar. São 06:40 horas e enquanto nós estamos esperando na fila vemos o pessoal do Exército Sul-Africano, em alguns casos eles verificam os passaportes e escolhem pessoas aleatoriamente para fazer lhes algumas perguntas.
Depois de um tempo, o escritório abre as suas portas e a fila move-se rapidamente e sem problemas. Ao entrar, a primeira coisa que nos acolhe é uma caixa de preservativos que os visitantes podem pegar gratuitamente, embora ninguém parece tomar a iniciativa.
Nas paredes vários cartazes são exibidos para dar informações sob como impedir a transmissão e propagação do vírus Ebola e HIV. outros cartazes dar contatos para reclamações sobre ações ilegais também na África do Sul. Notamos que tem condicionado e os funcionários estão impecavelmente vestido com uniformes e bem arrengados. O processo é muito organizado e rápido.
Depois de lá andamos alguns metros e entramos os escritórios da migração de Moçambique. A diferença pode ser vista instantaneamente. As dimensões do lugar são vastamente inferiores do que do país vizinho. As filas são desorganizadas, o lugar está lotado, o processo é muito lento. Também não há ar condicionado. Os funcionários, embora amigável usam roupas un pouco desgastadas. Eles parecem estar um pouco cansados, talvez por causa de tédio ou por salários baixos. No entanto, eles sempre sorriem.
Aqui também encontramos cartazes sobre o Ebola e o tráfico de pessoas. Após uma longa espera para o visto, nós saímos do escritório e somos imediatamente abordados por pessoas trocando moeda sul-africana (Rand) por moeda moçambicana (Meticais). Podemos trocar algum dinheiro e voltar ao ônibus.
Tres horas depois chegamos a Maputo. Decidimos tomar um táxi até a primeira casa de hospedes que vemos em nosso caminho, porque agora, é quase impossível para mim andar. O táxi dirige-se para não mais de 5 minutos e quer cobrar 200 Meticais. Nós são surpreendidos pela quantidade. Na verdade não estamos muito conscientes do valor do dinheiro neste país e por isso tudo nos parece caro. Então Hanaffan reclama fortemente ao motorista. No final, pagamos apenas 100 Meticais.
Agora para o nosso quarto… finalmente vamos descansar!

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